🤲Ilustração em breveA mão direita repousa sobre a esquerda no colo, ambas com as palmas para cima; os polegares ficam relaxados e NÃO se tocam. Com a mão esquerda por cima, chama-se Bhairavi Mudra.
Bhairava Mudra
Bhairava Mudrā
BHY-rah-vah MOO-drah
Meditação e focoElemento: equilíbrio dos cinco elementos
Bhairava Mudra (Bhairava Mudrā) é um mudra das mãos de meditação e foco, formado com mãos sobrepostas, polegares separados e associado a equilíbrio dos cinco elementos.
O Bhairava Mudra apoia a mão direita sobre a esquerda no colo, com as palmas para cima e os polegares relaxados e separados. A tradição o associa à forma feroz de Shiva e o usa na meditação.
O gesto
O gesto
A mão direita repousa sobre a esquerda no colo, ambas com as palmas para cima; os polegares ficam relaxados e NÃO se tocam. Com a mão esquerda por cima, chama-se Bhairavi Mudra.
Dedos
mãos sobrepostas, polegares separados
Elemento
equilíbrio dos cinco elementos
Palma
para cima, sobrepostas
Mãos
ambas
Manter por
10–30 minutos
Também chamado
Bhairavi Mudra (esquerda por cima)
Como fazer Bhairava Mudra
Sente-se em uma posição estável, com a coluna alongada e os ombros soltos.
Coloque a mão esquerda no colo, com a palma para cima e os dedos juntos e relaxados.
Apoie a mão direita sobre a esquerda, também com a palma para cima e os dedos alinhados.
Deixe os polegares relaxados e separados; eles NÃO se tocam.
Apoie as mãos sobrepostas contra a parte baixa do abdômen ou sobre as pernas cruzadas.
Respire devagar por 10 a 30 minutos; depois separe as mãos e descanse-as nos joelhos.
Teste rápido: você conhece este mudra?
Benefícios
Tradicionalmente associado a Bhairava, um aspecto feroz de Shiva.
Usado na meditação sentada.
Diz-se que equilibra os lados direito e esquerdo do corpo.
Dá às mãos um lugar estável de repouso no colo.
Praticantes o usam para uma postura calma e receptiva.
Quando usar
Use na meditação sentada, especialmente quando quiser uma posição de mãos aberta, sem o toque dos polegares.
Cuidados
Mantenha as mãos relaxadas; a tensão nos punhos anula o propósito.
Se os ombros se curvarem para a frente, eleve as mãos sobre uma almofada.
Bhairava is a fierce, awe-inspiring form of Shiva in Hindu and Tantric traditions, so Bhairava Mudrā is named for that form. The word is often glossed as “fearsome” or “terrifying.” The mudra is described in Hatha yoga and Tantric sources and is widely taught today. Right-over-left is the standard form, often read as the union of the right and left sides of the body, or of the masculine and feminine principles. With the left hand on top, the same shape is called Bhairavi Mudra, named for the female counterpart. Like Dhyana Mudra, the whole stacked shape is read as a balance of all five elements.
How to practice
Sit in Lotus Pose or Easy Pose, or lie in Corpse Pose with the hands resting on the belly. Place the left hand in the lap, palm up. Rest the right hand on top of the left, also palm up, with the fingers aligned. Let the thumbs lie relaxed and apart; they do not touch. Breathe with Sama Vritti or a smooth Dirga Breath. Hold for 10 to 30 minutes, then release.
Tips and common mistakes
Let the thumbs rest. If they stiffen or press, ease them back to neutral.
Keep the hands low and the shoulders dropped, and use a cushion if the forearms tire.
Unlike Dhyana Mudra, the thumbs do not touch and no oval forms between them.
To switch to Bhairavi Mudra, place the left hand on top of the right instead.
The stacked hands are always palm up. Turning the top hand palm down is a different gesture.
Tradition vs. evidence
Tradition attaches Bhairava Mudra to fearlessness and to the union of opposites, which are symbolic readings from Tantric sources. Hand mudras have little clinical research behind them. What you can say is that a relaxed, stacked hand position is a simple ritual cue and a steady place to rest the hands during long sits.
Nota honesta: os mudras das mãos têm muito pouca pesquisa clínica por trás. O que é defensável é que um gesto mantido é uma âncora confiável para a atenção e combina naturalmente com a respiração lenta; as afirmações tradicionais são descritas aqui como tradição, não como conselho médico.